PGE garante que veto de Vilela garante recursos do orçamento do MP

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

PGE garante que veto de Vilela garante recursos do orçamento do MP

Ricardo Mota

O Ministério Público Estadual não enfrenta um cenário dos melhores, no que se refere a recursos orçamentários para este ano.

Ficou clara a resistência da maioria dos deputados em relação ao veto do governador Vilela sobre o tema – conforme demonstrado no almoço realizado ontem em Palácio.

Mas há, sim, uma boa notícia sobre o tema, desde que o MP consiga dobrar a resistência dos parlamentares que retiraram R$ 16,5 milhões do

O Ministério Público Estadual não enfrenta um cenário dos melhores, no que se refere a recursos orçamentários para este ano.

Ficou clara a resistência da maioria dos deputados em relação ao veto do governador Vilela sobre o tema – conforme demonstrado no almoço realizado ontem em Palácio.

Mas há, sim, uma boa notícia sobre o tema, desde que o MP consiga dobrar a resistência dos parlamentares que retiraram R$ 16,5 milhões do

orçamento da instituição para este ano (que ficou menor do que o do ano passado).

O que houve?

Ontem, também, a Procuradoria Geral do Estado entregou parecer à consulta feita por Vilela sobre o tema.

Para a PGE, se a Assembleia mantiver o veto – o que parece difícil, hoje -, os recursos automaticamente retornarão ao crédito do MP. Não necessitando, portanto, do envio de nova mensagem à Casa de Tavares Bastos.

É um obstáculo a menos, desde que superado o mais importante no momento.

Emissários do governador têm conversado com ambas as partes, até porque a questão tem tudo para virar um novo escândalo nacional (e o nosso estado, desde a época da “República das Alagoas”, só sai mal na foto).

Ao que parece, não há grande preocupação do grupo que manda na Assembleia com a repercussão que o tema venha a alcançar.

Há de se ressaltar: boa parte dos parlamentares que se posicionam contra o Ministério Público não depende do chamado voto de opinião. A negociação, em regra, é feita com uma liderança política de uma região: vale o “pacote”.

Ainda assim, a AMPAL – a associação que representa promotores e procuradores – tem se empenhado em tentar reverter o quadro, que já provoca estragos junto à instituição.

Fato é que alguns integrantes da Mesa Diretora da Assembleia, principalmente estes, estão irredutíveis.

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