27 dez, 2016
Com auxílio de drone, Sesau ‘caça’ imóveis com focos do Aedes aegypti em Maceió

201602120643_ba6ab1d00cAções acontecem, inicialmente, em três bairros; trabalho é dividido em duas etapas

TNM/Por Eduardo Almeida | Portal Gazetaweb.com   
FOTO: arquivo

Agentes vistoriam casas no combate ao Aedes aegypti

Com o auxílio de um drone, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) identificou nas últimas semanas 26 imóveis com focos de proliferação do mosquito Aedes aegypti em Maceió. As ações de combate ao vetor da dengue, zika e chikungunya estão divididas em duas etapas e acontecem no Pontal da Barra, no Trapiche e no Centro.A primeira etapa do trabalho consiste no mapeamento aéreo das regiões e na identificação de possíveis focos do mosquito. Em seguida, os agentes entram em contato com os donos dos imóveis e fazem um trabalho direcionado. O proprietário recebe um prazo de dez dias para solucionar o problema e eliminar os focos.

Após esse prazo, as equipes retornam aos imóveis e verificam se o problema foi resolvido. Caso ele não tenha sido solucionado, a Defesa Civil Estadual é acionada e se encarrega de adotar as medidas cabíveis para evitar que o Aedes aegypti se propague e coloque em risco a saúde da população.

De acordo com Wilson Teixeira, supervisor de Endemias da Sesau, de forma paralela às ações com o uso do drone, os agentes têm feito visitas de rotina e buscado eliminar focos do mosquito. Ele explica que o mapeamento aéreo deve ser estendido para outros bairros da capital ao longo das próximas semanas.

“São sete bairros da parte baixa que serão mapeados. Inicialmente, nós estamos realizando as visitas em três deles. Mas, deveremos estender o trabalho para os demais ao longo das próximas semanas. Essas ações são importantes porque permitem que a gente vá direto ao ponto e ganhe tempo”, explicou Wilson Teixeira.

Dos 26 imóveis identificados, seis estão localizados no Pontal da Barra, quatorze no Trapiche da Barra e seis no Centro. “Mais da metade dos proprietários notificados já resolveram o problema. Outros ganharam alguns dias a mais para concluir reparos já iniciados”, observou o supervisor da Sesau.

“É a primeira vez que utilizamos esse tipo de recurso e temos tido um bom retorno, porque estamos conseguindo solucionar problemas como caixas d’água descobertas, telhados danificados e até mesmo calhas entupidas. A avaliação até agora é positiva”, concluiu Wilson Teixeira.

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