9 dez, 2017
Tire a roupa e diga “ohm”

63-1-418x23563-1-418x235Já existe até fila de espera para quem quer fazer ioga nu — prática que chegou ao Brasil depois de fazer sucesso em Nova York. Além de superar a inibição, o desafio é ver os outros corpos sem erotismo

Crédito: Shannon Stapleton

TODO MUNDO NU Aula de ioga em que os praticantes tiram a roupa: vontade de experimentar supera a inibição inicial (Crédito: Shannon Stapleton)

TNM/Valéria Corbucci

 

Praticar ioga é ótimo. Aprende-se a respirar melhor, o corpo ganha flexibilidade e a mente se aquieta. Os benefícios são conhecidos há milênios, primeiro a Índia, depois no mundo todo. Agora, a lista de propriedades terapêuticas da prática começa a ganhar novos itens. Para alcançá-los, porém, há uma exigência: é preciso estar completamente nu.

 

A onda começou em Nova York e logo cresceu nas redes sociais e nas salas de aula. Apenas no primeiro mês em que foi criada, a página @nude_yogagirl ganhou 30 mil seguidores. Hoje soma mais de 700 mil.

 

Parte desse sucesso pode ser atribuída às fotos postadas. Extremamente sensuais, elas rendem em média 25 mil curtidas. Mas não é só: em São Paulo, um grupo de praticantes que reúne iniciados e iniciantes uma vez por mês já tem lista de espera.

 

 

Antes de tirar a roupa e entoar o “ohmm” profundo que acompanha o final das práticas de meditação, é preciso se libertar do constrangimento de estar em posições tão contorcidas como as da ioga e ainda por cima sem roupa e cercado de estranhos.

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