16 fev, 2018
GOVERNADOR FAZ DURAS CRÍTICAS À GESTÃO PASSADA “Alagoas do passado ficou para trás”

GovernadorRenanFilhonaAssembleiaLegislativadeAlagoas-FotoALEFilho vai à ALE e presta contas da gestão

GOVERNADOR FAZ DURAS CRÍTICAS À GESTÃO PASSADA E EVITA FALAR SOBRE ARTICULAÇÃO PARA AS ELEIÇÕES

Foram 56 minutos de um discurso de prestação de contas de gestão, mas acima de tudo um pronunciamento político, que teve como principal alvo a administração tucana de seu antecessor, o ex-governador Teotonio Vilela Filho (PSDB). Durante praticamente toda a fala na tarde de ontem, na abertura dos trabalhos legislativos da Assembleia Legislativa Estadual (ALE), o governador Renan Filho (MDB) teceu comparações do que encontrou e no que transformou o Estado. Também não faltaram críticas ao presidente da República, Michel Temer.

Da tribuna da ALE, o chefe do Executivo estadual pontuou item a item as áreas da administração e os investimentos nelas feitos e falou em virada de página. Largou o discurso escrito na mensagem governamental e, de improviso, se dirigiu aos deputados, aos presidentes de poderes, secretários e gestores públicos para afirmar que compromisso de campanha tem que ser assumido e, logo em seguida, citar a situação que afirma ter encontrado o Estado.

“Venho a esta Casa mais uma vez, e dessa vez com o ânimo revigorado, fortalecido, para que enfrentemos um 2018 diferentemente do que outros estados brasileiros vão enfrentar essa quadra da nossa história”, afirmou o governador, ao lembrar do momento de “extrema dificuldade política, econômica, institucional vivido pelo Brasil”, disse, ao defender a harmonia entre os poderes.

“Muito importante o trabalho da Assembleia Legislativa, do Poder Judiciário e do Poder Executivo. Harmonicamente e logicamente independentes. Porque somente assim nós encontraremos a fortaleza necessária para que Alagoas siga enfrentando a crise de cabeça erguida, com realizações e sobretudo trazendo para cá a autoestima que alguns anos atrás o alagoano tinha perdido”, destacou.

Afirmou ainda que hoje Alagoas enfrenta a crise de maneira altiva. “Com a segunda maior solidez fiscal entre todos os estados brasileiros. Reduzindo despesas e ao mesmo tempo elevando receitas. Reduzindo o nosso endividamento”.

“Quando assumimos o mandato, Alagoas devia 175% de sua receita corrente líquida. Três anos e dois meses depois a dívida de Alagoas caiu para 95%. Isso é o que nos garante fazer os investimentos”, destacou, e citou como primeiro exemplo a educação, que segundo ele teve recuperadas praticamente todas as escolas, além de sair da condição de único estado brasileiro que não tinha uma escola em tempo integral”. Hoje, informou, são 50 escolas em tempo integral.

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