17 set, 2018
Justiça Eleitoral fecha cerco contra aliciadores

Pre01150918DENÚNCIAS DE MAPEAMENTOS, CADASTRAMENTOS E COMPRA DE VOTOS SÃO ALVO DE INVESTIGAÇÕES

FOTO: AILTON CRUZ/ARQUIVO GA

Presidente do TRE, desembargador José Carlos Malta Marques pede ajuda para identificar crimes eleitorais

A três semanas das eleições é intensa a movimentação de “aliciadores” eleitorais nos bastidores políticos dos 102 municípios de Alagoas e chama a atenção até da Justiça Eleitoral. Os “cabos” eleitorais, “coronéis” de currais de eleitores e falsos líderes comunitários percorrem as áreas pobres, templos religiosos e zonas rurais em busca de eleitores interessados em vender votos.

A situação é tão séria que alguns supostos “intermediadores” se apresentam como emissários de supostos candidatos a cargos proporcionais (de deputados federais e estaduais).
Eles instituíram inclusive tabela de preço do voto que varia de R$ 50 e R$ 100, criaram até mesmo a nova modalidade de transação que é a do “voto pós- pago”. O Ministério Público Eleitoral (MPE) já recebeu algumas denúncias que estão sendo investigadas pela Polícia Federal (PF) e analisadas também pelos membros da Justiça Eleitoral.
Antes mesmo da identificação dos envolvidos, o comando do Tribunal Regional Eleitoral (TRE/AL) declarou guerra aos aliciadores de eleitores e quer ajuda dos candidatos que se sentem prejudicados e das pessoas interessadas em eleições limpas.

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