30 out, 2018
Prédio da SPU avaliado em R$ 1 milhão e que ameaça desabar será permutado

Superintendente afirma que troca será feita com empresa privada interessada no imóvel

TNM/Por Regina Carvalho | Portal Gazetaweb.com   
FOTO: Gazeta de Alagoas

Prédio localizado na Praia do Sobral ameaça desabar e será permutado com empresa privada

Está praticamente descartada a demolição do antigo prédio do Tribunal de Contas da União (TCU), na Praia do Sobral,  em Maceió, que está abandonado e ameaça desabar. A Superintendência de Patrimônio da União (SPU) prevê e aposta numa permuta com uma empresa privada para resolver o impasse.

O prédio está avaliado em cerca de R$ 1 milhão. “A gente está trabalhando numa permuta. A princípio um órgão federal iria assumir, fazer a reforma e se instalar lá, mas teve problema orçamentário e não será possível. Então, nos devolveu o prédio. Hoje existe um pedido de permuta. Está quase pronto. A demolição está praticamente descartada”, afirmou o superintendente da SPU, Victor Braga.

Victor Braga acrescenta que a permuta seria entre a SPU e uma empresa particular e iria abrigar estrutura da Controladoria Geral da União (CGU). “Alguém tem interesse em construir um prédio e vai nos oferecer outro. A permuta vai para outro órgão federal, no caso a CGU, onde é pago aluguel”, explica o superintendente.

“Vamos priorizar um órgão que está pagando aluguel. Se der certo será a CGU (que está em Mangabeiras). O processo já está bem adiantado, faltando apenas  o secretário de patrimônio da União assinar e publicar. O prédio está avaliado em 1 milhão de reais. Foi adquirido na época pela União para construção do antigo TCU. A gente está resolvendo dois problemas por causa do perigo de cair em cima de alguém e estamos tirando um órgão federal do aluguel”, concluiu o superintendente.

Em maio deste ano, fiscais da Secretaria de Desenvolvimento Territorial e Meio Ambiente (Sedet) inspecionaram prédios abandonados na região central de Maceió e deram um prazo para que os proprietários executem a manutenção das edificações.

A situação mais delicada encontrada durante a fiscalização da pasta foi a da estrutura física onde funcionava o TCU, que ameaça ruir. A fiscalização exigiu que a Superintendência do Patrimônio da União (SPU) tome previdências imediatas.

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