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Na ocasião, todo o funcionalismo público municipal estava mobilizado contra os Projetos de Lei (PLs) que altera a Lei Municipal nº 4974/2000, nº5241/2002, nº5990/2012 e nº 4973/2000, publicado no Diário Oficial do Município (DOM) da última terça-feira, 02. Ao final da reunião, foi decidido em assembleia que o funcionalismo público municipal fará greve geral e Maceió para na próxima terça-feira, 09.

O Sineal tem participado ativamente contra toda e qualquer ação que venha retirar direitos dos trabalhadores. “Não vamos nos calar e nem aceitar tamanho descaso por parte do gestor municipal. Somos trabalhadores, lutamos arduamente até hoje por todos esses direitos e fazemos valer cada centavo trabalhado. Um absurdo essa perda salarial para todos que dedicam tanto amor e empenho para atender à população Maceioense. Chega a ser incompreensível, querer economizar com quem movimenta os serviços essenciais para a população de Maceió e gastar mais de R$7 milhões em um projeto de lei criminoso desse”, falou Renilda.

Na última terça-feira (2),  toda a sociedade foi pega de surpresa quando viu publicado no DOM projetos de lei que modificam as leis nº 4974/2000, nº5241/2002, nº5990/2012 e nº 4973/2000Lei Municipal nº 4.974/2000, que tratam dos direitos dos servidores tais como: Plano de Cargos e Carreiras, pagamento de insalubridade ou periculosidade, progressões, férias, o serviço extraordinário e o auxílio funeral. Diante disso, uma das categorias mais prejudicada é a de enfermagem, devido à dimunuição da base de cálculo para o adicional de  periculosidade e insalubridade, direito garantido pelos riscos que cada um se expõe.

“Somos uma das categorias mais prejudicada com a efetivação dos PLs. São muitas perdas. A exemplo, os enfermeiros têm em seus salários a insalubridade que terá um corte brutal, no nosso processo de trabalho estamos expostos as mais variadas situações, pois somos os profissionais na linha de frente na questão preventiva, e isso nos faz deparar com doenças infecciosas na sua fase latente, pondo em risco a nossa saúde e das nossas famílias”, esclareceu a diretora.

O sindicato ressaltou a relevância do assunto que foi capaz de parar, temporariamente, o funcionamento previsto na Câmara Municipal de Maceió.