20 set, 2019
Acordo rendia bolada para clientes de aliado do MPF contra Gilmar Mendes

Intrigou a reserva de R$1,4 bilhão beneficiando clientes de jurista que pediu o impeachment do ministro

Ao anular acordo nos Estados Unidos que reservava R$2,6 bilhões à força-tarefa da Lava Jato, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, chamou atenção para um trecho, também vetado, destinando R$1,4 bilhão a acionistas minoritários da Petrobras. Intrigou o STF a curiosa coincidência: esses acionistas são clientes do escritório do jurista Modesto Carvalhosa, aliado do procurador Deltan Dallagnol e da Lava Jato nas críticas ao ministro Gilmar Mendes. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Dallagnol e colegas da Lava Jato sempre criticaram Gilmar Mendes e Carvalhosa até ingressou com pedido de impeachment do ministro.

O acordo previa para acionistas minoritários, que ajuizaram ações no Brasil, 50% dos US$682,56 milhões da indenização definida nos EUA.

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Na decisão que redirecionou os R$2,6 bi para preservar a Amazônia e Educação, Alexandre de Moraes foi contundente contra a força-tarefa.

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