12 out, 2019
Presidente da Academia Alagoana de Letras lança ‘Leleo, o menino valente’

Terceiro livro de série infantil será lançado neste sábado na Flibarra

FOTO: divulgação

Lançamento acontece neste sábado (12), na Festa Literária da Barra de São Miguel

TNM/Por Victor Lima e Maylson Honorato   

Engajado em passar uma tradição literária para os netos, o presidente da Academia Alagoana de Letras (AAL), Alberto Rostand Lanverly, lança o terceiro livro de sua série infantil. ‘Leleo, o menino valente’, será lançado neste sábado (12), na Festa Literária da Barra de São Miguel, às 16h.  Na nova edição da série, o foco é a sabedoria necessária para encarar as adversidades da vida, com o toque lúdico que os livros infantis de Lanverly carregam.

“Na antiguidade, poucas pessoas sabiam ler e escrever, mesmo na Europa. Surgiram personalidades como o Esopo, Monteiro Lobato, mas o que é que eles faziam? Eles escreviam. Geravam o problema, resolviam e tinha uma lição de moral. Hoje em dia, com esse modernismo, acha-se que os livros infantis não devem ter uma lição, que as crianças têm que aprender a lição por elas próprias. Eu acho que tem que ter uma moral da história: ‘os perigos estão em qualquer lugar, mas, se forem encarados com coragem e sabedoria, serão sempre vencidos’. E o que é coragem? É você bater no outro? Não, é você ter inteligência”, defende.

O escritor contextualiza. “Todas as vezes que o Leleo tentou enfrentar o dragão com o escudo, com a espada, com uma lança, ele perdeu. O dragão engoliu uma, derreteu outro. Então, ele ia morrer.

Ele usou o que aprendeu na escola e na hora da encrenca, que ele viu que o dragão ia detonar ele, ele disse ‘ele tem um ponto fraco e eu tenho esse cinturão do vovô’. Ele passa o cinturão por volta do dragão e vence. Ele usa da sabedoria dele para vencer. Se ele não tivesse essa sabedoria armazenada, ele não conseguiria. Não é no uso da força, é da inteligência”, explica.

Estímulo à literatura

Presidente da AAL destaca importância do contato das crianças com livros

FOTO: arquivo/felipe camelo

Alberto Rostand Lanverly conta que a intenção dos livros escritos com a ajuda dos netos é estimular o vínculo deles e de outras crianças com a literatura.

“Eles se envolvem com a literatura. A grande proposta disso tudo é ensinar que o verdadeiro poder está no saber. Quanto mais você sabe, quanto mais você aprende, lê e entende o que está lendo, você vai ter condições de ser uma pessoa independente, porque aquele que tem a luz da sabedoria dificilmente vai ser ludibriado por outro.
Pode até pensar erroneamente, mas, ele vai estar formando a sua própria opinião. Você envolvendo as crianças nos livros, eles ficam extremamente felizes. São momentos importantíssimos que eles jamais irão esquecer”, expõe.

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