14 out, 2019
Rodrigo Maia é entusiasta da proposta de acabar a Justiça do Trabalho

Maia defende que governo demonstre às bancadas situação da Eletrobras

Ideia é que juízes do trabalho sejam transformados em juízes federais, acabando o déficit

A proposta de extinção da Justiça do Trabalho (JT) é considerada uma espécie de resgate da promessa do presidente na Câmara, Rodrigo Maia. Ele jamais escondeu sua ideia. “A Justiça do Trabalho não deveria nem existir”, chegou a afirmar em maio de 2017.

A ideia é, com a extinção, incorporar seus magistrados à Justiça Federal, o que pode acabar o antigo problema de insuficiência de pessoal. Hoje, a Justiça do Trabalho tem o dobro de magistrados da Justiça Federal. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

A queda vertiginosa de ações e o triunfo do contrato, após a reforma trabalhista, fazem prever que logo não haverá o que fazer na justiça do Trabalho.

A Justiça do Trabalho tem o dobro de juízes da Justiça Federal e cinco vezes mais tribunais de segundo grau. Todos cada vez menos úteis.

Antes da reforma, em 2017, juiz do Trabalho de primeiro grau julgou em média 3.240 processos, 41,6% menos que os 7.783 processos de juiz federal.

A Justiça do Trabalho custará aos pagadores de impostos, este ano, R$18,2 bilhões. Desse total, 90,3% vão para o bolso dos funcionários.

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