Eduardo Bolsonaro: herói bissexual destrói a masculinidade e ‘instiga ódio’

O filho 02 do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), disse que a intenção da DC Comics (companhia norte-americana de quadrinhos) ao criar um personagem LGBT é “destruir a masculinidade dos mais tolerantes para dominar estes cordeiros e instigar o ódio”. 

Poder360

Em publicação de Thiago Lacerda, Crivella beija Bolsonaro - Brasil 247Em publicação de Thiago Lacerda, Crivella beija Bolsonaro - Brasil 247FOTO: Em publicação de Thiago Lacerda, Crivella beija Bolsonaro

O filho 02 do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), disse que a intenção da DC Comics (companhia norte-americana de quadrinhos) ao criar um personagem LGBT é “destruir a masculinidade dos mais tolerantes para dominar estes cordeiros e instigar o ódio”. 

TNM/Poder360

A empresa anunciou que a mais recente versão do seu personagem Superman, Jon Kent (filho de Clark Kent com Lois Lane) será bissexual. Em edição de quadrinhos com previsão de lançamento para novembro, o herói será retratado em um relacionamento homoafetivo com seu amigo Jay Nakamura.

A revelação da editora incomodou o filho do presidente. Às 20h14 da última 2ª feira (11.out.2021), Eduardo Bolsonaro comentou o assunto em seu Twitter.

“Chegou o dia em que é obrigatório! Para ser aprovado pelo establishment midiático é preciso pagar um pedágio, eles querem decidir por você e ditar o monopólio das virtudes”, disse.

“Vários desses super-heróis inspiram adolescentes e crianças. Mas o problema é o garoto de policial, né?”, declarou em referência à criança fardada e com fuzil de brinquedo que participou de evento ao lado do presidente Jair Bolsonaro e foi alvo de críticas e de pedido de sanção da ONU.

O tema parece ter tirado o sono de Eduardo. Durante a madrugada, às 4h30 da manhã desta 3ª feira (12.out), o deputado fez outra publicação sobre o assunto.

“A intenção não é democratizar os super-heróis ou tornar o mundo mais tolerante, é o contrário: destruir a masculinidade dos mais tolerantes para dominar estes cordeiros e instigar o ódio nos resistentes para poder acusá-los de homofóbicos e depois a esquerda se dizer protetora dos gays”, escreveu.

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