
No Instagram, o ministro dos Transportes e senador licenciado de Alagoas, Renan Filho ressaltou o significado prático da movimentação internacional
Para Alagoas, onde as exportações de açúcar para os EUA representam fatia relevante da receita das usinas, a abertura de diálogo entre Brasília e Washington surge como uma oportunidade de recuperar competitividade e evitar prejuízos que se anunciavam dramáticos.
No Instagram, o ministro dos Transportes e senador licenciado de Alagoas, Renan Filho ressaltou o significado prático da movimentação internacional: “O presidente @lulaoficial esteve hoje frente a frente com Trump abrindo caminho para que o ‘tarifaço’ entre em nova fase de negociação. Não é apenas comércio, é diplomacia.”
No texto, publicado nas suas redes sociais, o ministro destaca o chamado para empresários, exportadores e trabalhadores estarem atentos ao momento. “Alô, alô exportadores, empresários, trabalhadores, transportadores e sociedade civil esse é o momento de estar atento à nova fase das relações Brasil-EUA”, aponta Renan Filho.
“Para o Brasil: mais que exportações, é reafirmar a voz global e defender nosso país e nosso povo. Para os EUA: perceber que impor tarifas não basta, é preciso negociar para evitar dificuldades aos americanos como, por exemplo, a inflação de alimentos”, afirma o ministro.
Alagoas
Com a medida norte-americana, o preço do açúcar exportado caiu em competitividade e o câmbio desfavorável agravou a situação das usinas alagoanas. O risco era claro: Alagoas perder cerca de 15% do volume de exportação para os EUA e até 20% do valor, segundo estimativas do setor.
A conversa entre Lula e Trump, seguida pela promessa de “acordo mais rápido do que se pensa” segundo o presidente brasileiro, traz esperança para que a vantagem que o estado tem na chamada “Cota Americana” volte a produzir efeito pleno.
Apesar do otimismo, o cenário ainda exige cautela. As conversas foram iniciadas, mas os efeitos práticos e cronograma de implementação das mudanças permanecem incertos. O setor de Alagoas permanece vulnerável até que as tarifas sejam formalmente revertidas ou ajustadas.


