Veja vídeo: Confusão, empurrões e chutes suspendem CPMI do INSS, em meio a gritaria no Congresso

O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), afirmou que não entendeu a aprovação, sustentando que, segundo os cálculos da base, havia maioria para derrubar determinados requerimentos. Ele declarou que o grupo deve contestar formalmente o resultado.

Tudo começou após a aprovação da quebra de sigilo bancário e fiscal do filho de Lula

Uma confusão generalizada entre parlamentares no Congresso Nacional, sem decoro nem urbanidade acabou por suspender as atividades desta quinta-feira, 26, da CPMI do INSS.

A confusão ocorreu durante a votação em bloco de quase 90 requerimentos, entre eles pedidos de quebra de sigilos bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O presidente da comissão, o senador Carlos Viana (Podemos-MG), conduziu a votação de forma simbólica, solicitando que apenas os parlamentares titulares que fossem contrários se levantassem. Sete governistas ficaram de pé, sendo derrotados.

Após a proclamação do resultado, a oposição se levantou para comemorar, enquanto governistas se dirigiram à mesa do colegiado para contestar a decisão, em meio a gritos e empurrões. Os deputados Alencar Santana (PT-SP) e Paulo Pimenta (PT-RS), além dos senadores Randolfe Rodrigues (PT-AP) e Jaques Wagner (PT-BA), discutiram com o relator da CPMI, o deputado Alfredo Gaspar (União-AL), autor do requerimento.

O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), afirmou que não entendeu a aprovação, sustentando que, segundo os cálculos da base, havia maioria para derrubar determinados requerimentos. Ele declarou que o grupo deve contestar formalmente o resultado.

Diante do clima de confronto no plenário, a presidência da comissão decidiu suspender a sessão temporariamente.

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