
Presidente americano afirma que assistiu à captura “ao vivo”, diz que ainda decide futuro político do país e revela transporte do líder chavista pelo USS Iwo Jima
Trump afirmou ainda que os Estados Unidos passarão a ter uma atuação “forte” na indústria de petróleo venezuelana. Ele garantiu que a China continuará recebendo o petróleo do país, mas não detalhou como se dará o envolvimento direto norte-americano no setor estratégico.
O presidente americano revelou que acompanhou a captura de Maduro em tempo real, por meio de transmissões feitas por agentes em campo. “Foi como assistir a um programa de televisão”, declarou. Segundo ele, a operação estava prevista para ocorrer quatro dias antes, mas foi adiada devido às condições climáticas.
Ainda de acordo com Trump, Maduro tentou negociar uma saída pacífica do poder na semana anterior ao ataque, mas a proposta foi recusada. “Eles quiseram negociar no final, mas eu não quis”, afirmou. O líder venezuelano teria sido capturado em Caracas e transferido de helicóptero até o navio de guerra.
O ataque anunciado por Trump provocou explosões na capital venezuelana, com relatos de tremores, blecautes e colunas de fumaça em áreas militares. Após a ofensiva, a vice-presidente Delcy Rodríguez declarou não saber o paradeiro de Maduro e exigiu publicamente uma prova de vida do presidente.



