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Governo avalia reforço militar em Roraima diante de possível aumento no fluxo migratório
A estratégia em estudo se baseia na experiência acumulada com a Operação Acolhida, criada para organizar a recepção de venezuelanos em crises anteriores. Mesmo em contextos menos graves do que o atual, a estrutura já precisou lidar com milhares de pessoas cruzando a fronteira em curto espaço de tempo.
Para integrantes do governo, o ataque autorizado pelo presidente norte-americano Donald Trump representa um fator de forte instabilidade regional, com impactos diretos sobre países vizinhos.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a se posicionar contra qualquer tipo de solução militar na América do Sul e reiterou que o Brasil defende o diálogo diplomático como único caminho para evitar uma crise humanitária de grandes proporções.



